Infelizmente o Olhar de Alê, inicia sua jornada de 2010 assim...
Junto aos meus pêsames, mando minha gratidão àqueles que proporcionaram (apesar de inconscientes) uma nova crônica nesse funesto blog. =/
Aconteceu hoje mesmo! (11/01/2010)
Ao sair de mais um dia de humilhação e esforço no doce trabalho, foi possível ver a aglomeração que se fazia nas proximidades do projeto de praça pública Irª Dulce e ouvir o murmúrio intensificado pelas buzinas ao fundo e as ordens dos ditos guardas da comissão de trânsito.
A cena era truculosamente feia, chegava a beira do inescrupuloso. O cheiro, característico de situações como essa, sendo levado pelo vento, causava leves ânsias de vômito.
Já não se podia identificar aquele pobre individuo, que encontrava-se entre as rodas enormes daquele ônibus. A empresa obviamente era a Expresso Candeias, conhecida pelos seus motoristas com transtornos compulsivos obsessivos concentrados no pé direito (o que posiciona-se sobre o acelerador), que como de costumes executava através de um dos seus transportes coletivos, uma curva fechada a mais de 60 km/h..., foi quando aconteceu o (in)evitável e constatou-se a calamidade.
O ser, desfigurado pelas sombras do grande automóvel tinha sua feição impossível de ser reconhecida, devido aquela mescla do liquido já empretecido e da areia do chão, incrustadas no corpo e espalhado por todo o local.
O clima desconfortável perpetuou-se por um tempo e tempo de um tempo, acompanhada pela ansiedade e o sentimento negativo da injustiça dos espectadores portadores de carros, que estavam logo atrás daquilo, que para quem viu, sente-se incapacitado de até mesmo nominar.
Foi quando num despertar de músculos ele ergueu-se olhou vagarosamente ao seu redor e disse: "- É...! A mangueira furou mesmo... só outra agora!"
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1- "funesto", "truculosamente" e "inescrupuloso" apliquei sem saber o significado só porque achei bonitinho.
2 - Comentar é bom né... ^^
3- Ah... Feliz Ano novo!
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[Defesa Antecipada]: Se você está pensando: "Mas que *&%$#@§ eu pensei que era verdade", te digo logo, que foi a mais pura verdade. Isso é uma crônica!
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(risos ocultos...)
