Dificuldade de Aprendizado

Santo Cristo de Misericórdia!!!

Hoje ao assistir um telejornal deparei-me com uma notícia um pouco constrangedora, na verdade bastante constrangedora pra mim, que serei um futuro educador e professor de língua portuguesa.

A Ong Todos Pela Educação, divulgou ontem (quinta-feira), um levantamento, constatando que a maioria dos alunos de escolas públicas e particulares têm dificuldade na interpretação, leitura e escrita, os critérios fundamentais do ensino do português.
É triste saber que o nosso sistema de ensino ainda não é prioridade, e que isso tem se tornado tão vergonhoso devida a divulgação que é feita.
Quanto as escolas públicas percebe-se o descaso governamental, que não priva a base intelectual, social e profissional, não dando suporte e muito menos investimento as instituições. Já nas dadas particulares, é possivel enchergar uma falha não apenas do aluno, mas também das metodologias empregadas em sala de aula.

(Suspiro)

Tenho muito que aprender ainda...
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MagicWater - A Solução

Não poderia deixar de falar de MAGICWATER, mais uma das minhas loucuras, desta vez com apresentação em público e valendo nota na matéria de Língua Portuguesa 1a.

rsrsrsrs... não contenho-me ao lembrar disso....

Pois bem, eu inventei, miraculosamente a Água em Pó!

Eu não vou explanar aqui, apenas pra criar uma certa curiosidade de como isso assucedeu-se. Acesse: magicwaterbr.blogspot.com


[VC AINDA PODE SALVAR A SUA VIDA!]

ahuahauhauahuahaua.... Água em Pó!? kkkkk... eu einh!? (auto-impressionamento)
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Hermenêutica das curiosas e assustadoras Cantigas de Roda (Parte 2)

Hoje eu tenho o papel horrível de expor aos caros leitores mais uma interpreteção das sujas cantigas de roda, que ensinam-nos ainda quando pequeninos. Desta vez...


Escravos de Jó, jogavam caxangás...
Tira... Bota...
Deixa o Zé Pereira ficar.
Guerreiros com guerreiros,
Fazem zig-zig zá!
Guerreiros com guerreiros,
Fazem zig-zig zá!


Como diria o maravilhoso Nelson Rodrigues, é ULULANTE aos nossos olhos a maldade, ou melhor o PeCaDo, presente nessa letra musicada.
Vamos, parafraseando Antônio Cunha ( meu professor de física no ensino médio), por partes:

1- Os pobres escravos de Jó, terminaram todos os seus afazeres, e agora se divertem na senzala jogando caxangás. Ok...tudo bem! Até porque não faço a mínima idéia do que seja "caxangás". Considerando que a canção já começa fazendo menção a ridícula política da escravatura na época do expansionismo.

2- "Tira... Bota..." Ah... me poupe, confesso que vem sim pensamentos maledicentes a cerca dessa parte. Por isso não ei de comentar.

3- "Deixa o Zé Pereira Ficar" Bem, essa parte me deixa mais que indignado! Afinal de contas, quem é Zé Pereira?? Poxa vida, ele não podia ficar "na dele" lá de baixo do pé de Pêra? Mas não... foi atrapalhar a brincadeira dos pobres escravos, que trabalharam durante todo o dia... Por que apenas ele fica? Por que? Por que?

4- Pra terminar, é repetido duas vezes a oração: "Guerreiros com guerreiros, fazem zig-zig zá!" A princípio gostaria de afirmar que não tenho nada com a vida dos guerreiros e que pouco me importa o que eles fazem seja o zig, seja o zá... Acontece que, se por um acaso meu filho puxar a mim, concerteza ele me questionará um dia porque os guerreiros, símbolo de braveza e força estavam lá fazendo zig-zig zá... Não saberei explicar, ou terei de contar as coisas terríveis que já ouvir sobre os quartéis.


Bem..., é isso! ATENÇÃO PAIS! Seus filhos podem ser influenciados à discriminação e outras coisas implícitas no texto.
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